Praça XV e Museu Histórico Nacional em Rio de Janeiro

Centro Histórico Praça XV
O chafariz Colonial atual substitui o projetado por Carlos Mardel, em 1747, que já não atendia às demandas do porto e da cidade. Originalmente posicionava-se junto ao cais, servindo para abastecer as embarcações, além da população. A época da construção coincide com outros grandes investimentos urbanos, devido à consolidação do Rio de Janeiro como capital do Vice-Reino.

A Ordem Terceira do Carmo funcionava no Rio de Janeiro desde o século XVII, ocupando uma capela próxima ao Convento do Carmo. A Ordem decidiu-se pela construção de uma nova igreja em 1752. O projeto é atribuído ao português Manuel Alves Setúbal, também construtor do edifício, com planta modificada por frei Xavier Vaz de Carvalho. As obras se estenderam de 1755 a 1770, ficando as torres inacabadas.

Museu Histórico Nacional
Numa ponta que avançava sobre o mar, posteriormente conhecida como Ponta do Calabouço, entre as praias de Piaçaba e Santa Luzia, no centro histórico do Rio de Janeiro, os portugueses construíram em 1603 a Fortaleza de Santiago, origem do conjunto arquitetônico que hoje abriga o Museu Histórico Nacional.
Ao longo dos séculos, outras edificações somaram-se à Fortaleza, como a Prisão do Calabouço (1693), destinada ao castigo de escravos; a Casa do Trem (1762), para a guarda do “trem de artilharia” (armas e munições); o Arsenal de Guerra (1764) e o Quartel para abrigar as tropas militares (1835).

Incluso transporte ida e volta (saída Zona Sul ou Centro do Rio de Janeiro)